Olá, fashions! A pocket entrevista da semana é com a querida estilista Chiara Gadaleta. Aproveitem!
ME_O que você aprendeu de mais importante na tua carreira de modelo?
CG – A observar tudo ao meu redor e aprender com todos os profissionais das equipes com quem trabalhei.
CG – A observar tudo ao meu redor e aprender com todos os profissionais das equipes com quem trabalhei.
ME_O que te inspira no trabalho com moda?
CG – Para mim a moda é uma maneira de expressão. Fico muito inspirada em como a moda pode representar uma pessoa ou uma comunidade.
CG – Para mim a moda é uma maneira de expressão. Fico muito inspirada em como a moda pode representar uma pessoa ou uma comunidade.
ME_ Como modelo, você representou o corpo ideal. Da onde veio a ideia de partir pro discurso oposto, no seu programa na tv, e valorizar a diversidade?
CG_ Uma evolução na minha carreira. Na época de modelo eu representava um ideal que muitas vezes era irreal. Hoje me identifico mais com a diversidade e com a moda a favor de todos e todas!
ME_ Como a gente faz pra separar o joio do trigo nas iniciativas de desenvolvimento sustentável?
CG_ Investigando, pesquisando e sentindo. Eu tenho aprendido muito nesses últimos dois anos de pesquisas e de novas relações unindo moda e sustentabilidade. Tem sido uma experiência maravilhosa e a cada conversa descubro uma história linda por trás dessas pessoas que pensam a moda de uma forma diferente, mais inclusiva, mais justa e consciente.
ME_ E afinal, o que é ter estilo?
CG – Estilo é um conjunto de características que nos tornam únicos, não só a maneira como nos vestimos, mas como nos movemos, sentamos à mesa, escrevemos cartas ou emails e nos relacionamos com os outros. Pra ter estilo, é preciso primeiro se conhecer e se aceitar, usando usar as diferenças a favor de nós mesmos.
CG – Estilo é um conjunto de características que nos tornam únicos, não só a maneira como nos vestimos, mas como nos movemos, sentamos à mesa, escrevemos cartas ou emails e nos relacionamos com os outros. Pra ter estilo, é preciso primeiro se conhecer e se aceitar, usando usar as diferenças a favor de nós mesmos.

