A pocket–entrevistada da vez é a jornalista Vivian Whiteman, editora de moda do jornal Folha de S.Paulo. Como se pode depreender das linhas abaixo, Vivian tem uma visão pra lá de bem humorada do mundinho fashion. Um ingrediente dos mais necessários pra destemperar o consumismo natalino! Com vocês, Vivian:
ME – De onde vêm as tendências?
VW – De uma terra distante e alucinada, onde as pessoas queimam seus guarda-roupas mensalmente… Mentira! Elas vêm dos birôs de pesquisa, que caçam informações sobre arte, música, comportamento, consumo, entre outros itens, e depois transformam tudo em desejos embrulhados para presente.
VW – De uma terra distante e alucinada, onde as pessoas queimam seus guarda-roupas mensalmente… Mentira! Elas vêm dos birôs de pesquisa, que caçam informações sobre arte, música, comportamento, consumo, entre outros itens, e depois transformam tudo em desejos embrulhados para presente.
ME – O que é o “politicamente correto” na moda?
VW – É, geralmente, uma muleta para fazer a galera comprar sem culpa.
VW – É, geralmente, uma muleta para fazer a galera comprar sem culpa.
ME – O que você não aguenta mais ouvir, quando o assunto é moda?
VW – Não aguento mais as chamadas “it girls”. Elas têm muito crédito no cartão, mas “it” que é bom…
VW – Não aguento mais as chamadas “it girls”. Elas têm muito crédito no cartão, mas “it” que é bom…
ME – Como você vê a imprensa de moda no Brasil hoje?
VW – Um olho no peixe e outro no gato.
VW – Um olho no peixe e outro no gato.
ME – Cabe falar em elegância, na era das celebridades instantâneas?
VW – A elegância não morre nunca, mas às vezes prefere não sair de casa…
VW – A elegância não morre nunca, mas às vezes prefere não sair de casa…
